sexta-feira, 27 de maio de 2011 1 comments

W-zine

Escrever sobre a tese de maneira simples, curta, não ténica de maneira que todos possam entender e ainda em Holandês. Ah!!! Como assim? Exatamente, essa a tarefa que o setor de impressa da faculdade me passou.

Traduzido para o Holandês e com algumas alterações na ordem, não é que colocaram no jornalzinho da faculdade com um certo destaque (claro que a jornalista cometeu uns errinhos de grafia, afinal se não sabe colocar acento no "u", melhor eliminá-lo, né?):


 
Clique para ver aumentado

 
A foto foi feita em novembro de 2007 na comunidade de Anamoim, rio Xié. A senhora idosa é Lina, mais antiga moradora da comunidade e uma das últimas falantes de Werekena.

O texto original:

Phonology and Grammar of Nheengatú, the ‘língua geral’ spoken by Baré, Baniwa and Warekena
by Aline da Cruz

When Portuguese colonizers arrived in Brazil in the 16th century, they were confronted with a large number of indigenous communities and a great linguistic diversity. Rather than teaching Portuguese to the indigenous groups, the colonizers chose to communicate using Tupinambá: a Tupi-Guarani language spoken by the natives of the coast. This ‘lingua geral’, which roughly translates to ‘everybody’s language’, was carried out into the Amazonia where it became the main language of the many different groups of indigenous people there. Nowadays, it has evolved into Nheengatú, a language that is spoken by only 5000 people in the North-West of Brazil.
Aline da Cruz, gast-promovendus at the VU, has recently finished her dissertation on Nheengatú. For studying the phonological, morphological and syntactical aspects of the language, she spent several months living amongst Baré, Baniwa and Warekena communities in the Amazonia. In her dissertation she shows that the language has been influenced by Portuguese. This was concluded from observing the relatively large number of Portuguese loanwords; the changing of the word order to that of Portuguese; and the presence of a third person plural marker, which is unheard of for a Tupi-Guarani language.
Naturally, Nheengatú has also preserved characteristics of its language-family. For instance, like other Tupi-Guarani languages, it does not have adjectives. Instead, a word such as ‘tall’, an adjective in Portuguese, is a verb in Nheengatú: ‘be tall’. For a more complete description of Nheengatú, the Portuguese reading reader is referred to the dissertation.

Já a versão em Holandês está aqui.
domingo, 22 de maio de 2011 1 comments

De onde vem a coragem

                       Torres del Paine 2004. Primeiro dia de caminhada


Segundo dia de caminhada, Patagônia, 2004. Subindo para as geleiras. Não cheguei :(


Terceiro dia de caminhada

Em algum trecho do caminho

Mais fotinhos, clique aqui. Mas já aviso, não tinha uma boa câmera.    
Mmm, boa desculpa para voltar para  a Patagônia, vamos?

sexta-feira, 13 de maio de 2011 7 comments

O livro chegou!

Clique para ver grande.

Amunhã komunidade irum kua papera Nheengatu nheenga resewara.

Teddy received the PhD dissertation!


Kue katu rete!!!
 
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